(1763 - 1838) Ministro, escritor e cientista
Natural de Santos, oriundo de uma das famÍlias mais ricas da cidade, sendo o seu pai funcionário da Coroa e comerciante. Depois dos estudos preparatórios no Brasil, foi para a Universidade de Coimbra, em 1783, onde se formou em Filosofia e em Direito. Desempenhou vários cargos e funções, como administrador e cientista, destacando-se como intendente-geral das Minas e Metais do Reino, professor da cadeira de Metalurgia de Coimbra e director do Real Laboratório da Casa da Moeda. Só retornou ao Brasil em 1819, estabelecendo-se em Santos e dois anos depois inicia-se na carreira polÍtica como membro da Junta Governativa de São Paulo. Desde esse momento passou a ser um dos principais vultos do movimento independentista desempenhando profunda influência sobre D. Pedro I, orientando-o durante a Regência, vindo a ser considerado "o patriarca da independência".
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O patrono dos Correios do Brasil é o carteiro Paulo Bregaro. Foi ele quem levou para o príncipe D. Pedro I as notícias de Portugal que culminaram na Independência do Brasil. Uma das versões das palavras do Conselheiro José Bonifácio de Andrada e Silva, ao recomendar pressa na entrega das correspondências, ainda hoje sintetiza a mística do trabalho responsável do carteiro: "Arrebente e estafe quantos cavalos necessários, mas entregue a carta com toda a urgência".
Coube a Paulo Emílio Bregaro, juntamente com o capitão Antonio Cordeiro, a missão de entregar a D. Pedro, já em São Paulo, as notícias da Corte portuguesa culminando com o grito “Independência ou Morte”. Bregaro entrou para a história brasileira como o “Correio da Independência”.
Sesquicentenário (150 anos) da morte de José Bonifácio de Andrada e Silva
1º Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil
Emissão: 06 de Abril de 1988,



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