Encontra-se instalado no edifÍcio
ocupado anteriormente pelo paço episcopal, onde desde o século XII residiam os
bispos de Coimbra. Em 1912 foi transformado em Museu, englobando também a
igreja de S. João de Almedina que, desde a Idade Média, se encontra anexada a
este.
Ambos os edifÍcios foram construÍdos sobre um Criptopórtico Romano, feito
para anular o acentuado declive da vertente, possibilitando, assim, a construção
do fórum imperial. é constituÍdo por duas galerias sobrepostas de grandes
dimensões, tendo a parte superior uma estrutura bastante complexa, com dois
corredores e um conjunto de celas dispostas paralelamente. Devido às suas
caracterÍsticas, é o maior edifÍcio romano, do género, encontrado na PenÍnsula
Ibérica, e um dos maiores da Europa.
Quanto às colecções do museu, destacam-se a estatuária medieval (obras góticas),
do Renascimento, flamenga e barroca. Possui um conjunto de pinturas bastante
significativo, uma colecção de tecidos de grande nÍvel artÍstico e raridade,
um conjunto de peças de ourivesaria situadas entre os séculos XII e XIX, assim
como uma importante colecção de faianças e porcelanas, estando também
representados o mobiliário português e indo-português.
Informações
Morada
Largo Dr. José Rodrigues
3000 - 236 Coimbra
Telefone (+351) 239 82 37 27 / 239 82 46 98
Fax 239 82 27 06
Horário
3ª feira a Domingo - 09.30 - 17.30 H
Encerra à 2ª-feira.
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Deposição no túmulo
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Anjo da Anunciação
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Conde Ferreira
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Ver série Ver série da Turquia |
Emissão conjunta Portugal – Turquia A presente emissão procura estabelecer uma ponte cultural entre Portugal e a Turquia através da cerâmica. Esta arte, comum aos povos português e turco, e que remonta aos primórdios da nossa civilização, revela, na sua evolução, as várias influências sofridas pelas relações interculturais e constante assimilação e reinterpretação de cada povo, na procura de modos de expressão próprios. A porcelana oriental, sobretudo a chinesa, foi, desde sempre, muito apreciada em Portugal e na Europa. Com a descoberta do caminho marítimo para a Índia tornou-se bastante mais acessível, passando a marcar presença nos serviços religiosos e nas melhores casas, substituindo a prata que até então se usava. Rendidos ao fascínio desta bela cerâmica, exoticamente decorada, que chegava do Oriente, os artesãos portugueses cedo começam a reproduzi-la. No início seguiram de muito perto os seus modelos de inspiração mas, a partir do século XVII, com a crescente estilização dos motivos começa a emergir uma gramática decorativa própria. Também a cerâmica de Iznik, assim chamada devido ao local de produção, revela que os seus artistas se inspiraram nas técnicas e no vocabulário decorativo chinês, transformando-o, também, à luz de um contexto novo. Numa das imagens que constituem esta emissão pode apreciar-se uma graciosa lâmpada de mesquita em cerâmica Iznik, do século XVI. No colo figuram alguns caracteres em árabe, provavelmente de algum texto religioso. No bojo, decorado com os motivos vegetalistas em azul-cobalto, turquesa, verde e vermelho, observam-se três anéis de suspensão. Peças como esta eram encomendadas por sultões e emires para a decoração de mesquitas e mausoléus, onde ficavam suspensas acima do nível da vista. Na outra imagem vemos um belíssimo pote de forma cilíndrica com asas, produto da cerâmica portuguesa do início de século. XVII. Pintada a azul, a decoração baseia-se em motivos geométricos e vegetalistas estilizados, surgindo, no colo, os famosos “caracóis barrocos”. Dados Técnicos Obliterações do 1º dia em: Lisboa / Porto / Funchal / Ponta Delgada Emissão: 2009/04/15 Selos: €0,32 – 330 000 €0,68 – 230 000 Design: António Magalhães Papel: 102 g/m2 Formato: 40 x 30,6 mm Picotagem:13 Impressão: offset Impressor: Cartor Folhas: Com 50 ex. Sobrescrito de 1º dia: C6 - €0,55 Pagela: €0,69 |

Vinheta IANT 1972 - "Anunciação" - MNMC

Vinheta IANT 1972 - "Anunciação" - MNMC
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